30.10.09
ATIVIDADE 11
Chegou a hora de você fazer uma avaliação detalhada sobre o BLOG.
TEMPO CONCEDIDO: 1 hora 30 minutos
15.10.09
ATIVIDADE 10
Miriam Santos Pires (Niterói, 1966) é uma professora de língua portuguesa e língua inglesa. Também conhecida pela alcunha de Professora Miriam, com a qual se apresenta.
Filha de um mineiro, oriundo de Caratinga, e uma alagoana, de Penedo, Miriam Santos Pires licenciou-se em Letras, Português-Literaturas, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e em Inglês-Literaturas na mesma instituição. Professora de inglês desde 1986, e de língua portuguesa desde 1995, é também especialista em Língua Inglesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e mestra em Linguística Aplicada, curso que foi concluído na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
A professora Miriam notabilizou-se por seu conhecimento e carisma entre os seus alunos e colegas de trabalho. Às vezes criticada por alguns, a professora tenta valer-se tanto de uma abordagem descritiva da língua, sem se esquecer do seu lado normativo. Ela procura também mostrar as diferenças regionais e coloquiais, e, também, as diferenças entre os dois idiomas que leciona.
Escreva o seu perfil também...
TEMPO CONCEDIDO: 2 HORAS
DIA DOS PROFESSORES
“Será o Benedito!”
Quando freqüentei o ensino básico, o ciclo era dividido em três etapas: primário, ginásio e depois curso normal, clássico ou científico. Neste último estágio, o aluno precisava escolher um deles, e escolhi o científico. Nossa! Isso já faz tanto tempo que hoje muita gente estranha o fato de um aluno ter de fazer uma escolha tão cedo, perto dos 14 anos. Na época, isso era normal.
Nos últimos anos do ginásio e no científico, tive um professor de Língua Portuguesa – Benedito de Andrade – que teve influência decisiva em minha vida. Suas aulas eram magnas – todas elas. Ele entrava, começava seu ensino, e todos os alunos ficavam calados diante dele.
Ao contrário do que muitos pensam, naquela época os alunos já eram ruidosos em sala. Muitos professores enfrentavam problemas de disciplina. Ele, não. O conhecimento que tinha e o modo como transmitia sua paixão pelo ensino do português construía, em sala, um grupo de alunos que queriam ouvir.
Ele tinha por princípio não reprovar em uma época em que a reprovação era instrumento de poder disciplinador que muitos professores usavam com bastante freqüência. E sua matéria era – como ainda é – bem complexa de ser ensinada, sabemos todos nós.
Falava sempre corretamente, citava autores de literatura e trechos de livros com a maior intimidade e lia muito para seus alunos. Foi por meio dele que tive contato, por exemplo, com Machado de Assis e Guimarães Rosa. Uma das tarefas que deu aos alunos – não me lembro em que série - foi a de ler “Sagarana”. Eu lia, não entendia, lia novamente e quase desistia. Quando ouvia suas análises e comentários apaixonados em aula, me sentia desafiada a ler o texto com outros olhos. Anos depois, comecei a “ler” de fato o livro. E foi assim que minha paixão pela literatura e pelo cuidado com o uso da nossa língua foi crescendo.
O professor Benedito morreu sem saber que exerceu influência tão grande em minha vida e em minha formação profissional. Vejam que cursei psicologia, cujo instrumento principal de trabalho é a linguagem. Mas ao fazer essa escolha, eu nem sabia disso.
A profissão de mestre é assim mesmo. Por isso é que é preciso muita generosidade para ser professor: seu trabalho só será reconhecido por seus alunos muito mais tarde, quando estes atingem a maturidade. E, nesse momento, os professores dificilmente têm ciência de que foram reconhecidos.
Hoje, eu quis homenagear todos os mestres que influenciaram a vida de alguns alunos, mesmo sem saber. Minha gratidão a todos os professores que afetam ou procuram afetar a vida de seus alunos e que podem nunca nem saber que conseguiram.
Este texto, publicado em 15/10/2008, foi copiado do BLOG de Rosely Sayão: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2008-10-01_2008-10-15.html
Quando freqüentei o ensino básico, o ciclo era dividido em três etapas: primário, ginásio e depois curso normal, clássico ou científico. Neste último estágio, o aluno precisava escolher um deles, e escolhi o científico. Nossa! Isso já faz tanto tempo que hoje muita gente estranha o fato de um aluno ter de fazer uma escolha tão cedo, perto dos 14 anos. Na época, isso era normal.
Nos últimos anos do ginásio e no científico, tive um professor de Língua Portuguesa – Benedito de Andrade – que teve influência decisiva em minha vida. Suas aulas eram magnas – todas elas. Ele entrava, começava seu ensino, e todos os alunos ficavam calados diante dele.
Ao contrário do que muitos pensam, naquela época os alunos já eram ruidosos em sala. Muitos professores enfrentavam problemas de disciplina. Ele, não. O conhecimento que tinha e o modo como transmitia sua paixão pelo ensino do português construía, em sala, um grupo de alunos que queriam ouvir.
Ele tinha por princípio não reprovar em uma época em que a reprovação era instrumento de poder disciplinador que muitos professores usavam com bastante freqüência. E sua matéria era – como ainda é – bem complexa de ser ensinada, sabemos todos nós.
Falava sempre corretamente, citava autores de literatura e trechos de livros com a maior intimidade e lia muito para seus alunos. Foi por meio dele que tive contato, por exemplo, com Machado de Assis e Guimarães Rosa. Uma das tarefas que deu aos alunos – não me lembro em que série - foi a de ler “Sagarana”. Eu lia, não entendia, lia novamente e quase desistia. Quando ouvia suas análises e comentários apaixonados em aula, me sentia desafiada a ler o texto com outros olhos. Anos depois, comecei a “ler” de fato o livro. E foi assim que minha paixão pela literatura e pelo cuidado com o uso da nossa língua foi crescendo.
O professor Benedito morreu sem saber que exerceu influência tão grande em minha vida e em minha formação profissional. Vejam que cursei psicologia, cujo instrumento principal de trabalho é a linguagem. Mas ao fazer essa escolha, eu nem sabia disso.
A profissão de mestre é assim mesmo. Por isso é que é preciso muita generosidade para ser professor: seu trabalho só será reconhecido por seus alunos muito mais tarde, quando estes atingem a maturidade. E, nesse momento, os professores dificilmente têm ciência de que foram reconhecidos.
Hoje, eu quis homenagear todos os mestres que influenciaram a vida de alguns alunos, mesmo sem saber. Minha gratidão a todos os professores que afetam ou procuram afetar a vida de seus alunos e que podem nunca nem saber que conseguiram.
Este texto, publicado em 15/10/2008, foi copiado do BLOG de Rosely Sayão: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2008-10-01_2008-10-15.html
ATIVIDADE 9
Oi gente,
Acho que vocês já devem ter notado como o BLOG é uma ótima ferramenta de trabalho e que agrega valor.
ATIVIDADE: Acesse o BLOG http://piquiri.blogspot.com/, e reflita sobre os desenhos colocados no DIA DO PROFESSOR.
Fico aguardando...
TEMPO CONCEDITO: 2 horas
Acho que vocês já devem ter notado como o BLOG é uma ótima ferramenta de trabalho e que agrega valor.
ATIVIDADE: Acesse o BLOG http://piquiri.blogspot.com/, e reflita sobre os desenhos colocados no DIA DO PROFESSOR.
Fico aguardando...
TEMPO CONCEDITO: 2 horas
13.10.09
ATIVIDADE 8
Num teste realizado por investigadores do Web Ecology Project com intuito de saber quais as línguas mais faladas no Twitter, descobriu-se que o português a segunda mais falada.
Em primeiro lugar encontra-se a língua Inglesa e em terceiro não foi possível identificar. Sabe-se que esta pesquisa foi realizada pelo método de um módulo de linguagem de programação Phyton através do sistema de detecção de idiomas do Google, e para a realização do teste, foram analisados 1 milhão de twitters.
Sem dúvida que depois da criação do Twitter houve um aumento da circulação da informação, de maneira que a iZNovidade achou importante a sua adesão e dos seus colaboradores a esta grande e famosa rede social.
Você acha que o TWITTER vai também influenciar na estrutura da língua?
Você conhece o TWITTER? Quer também participar?
Acesse o site: www.twitter.com , e faça a sua conta. Depois, basta me adicionar:msaucer
TEMPO CONCEDIDO: 1 hora
9.10.09
PARA PENSAR...e se divertir...
*Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
1. Vírgula pode ser uma pausa... ou não. Não, espere. Não espere.
2. Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34.
3. Pode ser autoritária. Aceito, obrigado. Aceito obrigado.
4. Pode criar heróis. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.
5. E vilões. Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é corrupto.
6. Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.
7. A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER. - Se vocêfor homem, colocou a vírgula depois de TEM.
25.9.09
18/09/2009 - 30'
Ponto de Interrogação - Origem: Quando os estudantes escreviam em Latim, eles deveriam colocar a palavra "questio" – que significa “questão” – ao final da sentença para indicar uma pergunta. Para economizar espaço logo começou a ser abreviado para "qo", o que causava outro problema – os leitores poderiam confundir-se com o final de uma palavra. Então eles uniram as letras em um símbolo: um "q" minúsculo em cima de um "o". Com o passar do tempo o "o" virou um ponto e o "q", uma curva, transformando-se no que hoje conhecemos.
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